Refluxo vesicoureteral
Pode ser uma opção cirúrgica em determinados casos de refluxo com indicação de correção.
O reimplante ureteral é uma cirurgia reconstrutiva utilizada para criar uma nova ligação entre o ureter e a bexiga quando a conexão original apresenta uma alteração que compromete o fluxo adequado da urina.
O procedimento também pode ser chamado de reimplante ureterovesical ou ureterocistoneostomia, dependendo da técnica e da situação tratada.
Pode ser considerado em casos selecionados de refluxo vesicoureteral, estreitamento ou lesão do ureter e outras alterações que dificultem o transporte da urina do rim até a bexiga.
Na UROS — Urologistas Associados, pacientes com alterações do ureter podem realizar avaliação com urologistas em Natal para investigação e definição da abordagem adequada.
Atendimento com urologistas em Natal/RNO reimplante ureteral é uma cirurgia na qual o ureter é reconectado à bexiga em uma nova posição.
Os ureteres são dois canais responsáveis por transportar a urina produzida pelos rins até a bexiga.
Quando a região final do ureter apresenta uma alteração que impede seu funcionamento adequado, o cirurgião pode reconstruir essa conexão para restabelecer o trânsito urinário.
Ureterocistoneostomia é o nome técnico utilizado para a criação de uma nova conexão entre o ureter e a bexiga.
Na prática, o cirurgião desconecta ou trata a porção comprometida do ureter e cria uma nova implantação na parede da bexiga.
Os termos reimplante ureteral, reimplante ureterovesical e ureterocistoneostomia podem aparecer relacionados ao mesmo tipo de reconstrução.
A técnica utilizada varia conforme o problema que precisa ser tratado.
Nem todas as alterações do ureter exigem cirurgia. A indicação depende da causa e da avaliação individualizada.
Pode ser uma opção cirúrgica em determinados casos de refluxo com indicação de correção.
Estreitamentos na porção inferior do ureter podem dificultar a passagem da urina.
Bloqueios no ureter podem provocar aumento da pressão no sistema urinário.
Traumas ou complicações cirúrgicas podem exigir reconstrução da conexão com a bexiga.
Processos cicatriciais podem provocar estreitamento e necessidade de reconstrução.
Algumas alterações anatômicas estão presentes desde o nascimento e podem exigir tratamento.
Dependendo da causa, podem existir alternativas endoscópicas, uso temporário de cateteres ou outras técnicas de reconstrução.
O refluxo vesicoureteral acontece quando a urina retorna da bexiga em direção aos ureteres e, em alguns casos, aos rins.
Normalmente, a conexão entre o ureter e a bexiga funciona como um mecanismo que dificulta esse retorno.
Quando esse mecanismo não funciona adequadamente, o refluxo pode favorecer alterações do trato urinário.
Não.
Em alguns casos, o acompanhamento clínico pode ser suficiente. Em outros, pode ser considerado tratamento endoscópico ou reimplante ureteral.
Sim. Embora o refluxo vesicoureteral seja frequentemente associado à urologia pediátrica, o reimplante também pode ser utilizado em adultos.
A estenose ureteral é um estreitamento do ureter.
Quando dificulta a passagem da urina, pode ocorrer aumento da pressão acima da obstrução e dilatação do sistema urinário.
Quando o segmento comprometido fica próximo à bexiga, o reimplante ureteral pode ser uma das alternativas reconstrutivas.
Algumas obstruções podem não provocar sintomas inicialmente.
A técnica depende da causa e da localização da alteração.
De maneira geral, o cirurgião identifica a região comprometida do ureter e prepara uma nova conexão com a bexiga.
A região ureteral comprometida é localizada e avaliada.
Pode haver retirada ou exclusão da área alterada quando necessário.
Ureter e bexiga são preparados para permitir uma reconstrução sem tensão.
É criado um novo local para conectar o ureter à parede da bexiga.
A equipe verifica a passagem da urina e utiliza cateteres ou outros dispositivos quando indicados.
A reconstrução é realizada trabalhando principalmente pela parte externa da bexiga.
A técnica envolve acesso ao interior da bexiga para realizar a nova implantação.
Utiliza acesso pela parede da bexiga para realizar a reconstrução.
Em situações selecionadas, a reconstrução pode ser realizada com pequenas incisões.
A indicação depende da anatomia, causa, histórico cirúrgico e experiência da equipe.
Quando a parte saudável do ureter não alcança a bexiga sem tensão, podem ser necessárias técnicas adicionais de reconstrução.
Uma delas consiste em mobilizar a bexiga em direção ao ureter para permitir uma conexão segura.
Em alguns reimplantes, o urologista pode posicionar temporariamente um cateter duplo J entre o rim e a bexiga.
Pode auxiliar na passagem da urina durante a recuperação.
Pode contribuir para proteger a nova conexão entre ureter e bexiga.
Pode ajudar a manter a passagem da urina mesmo diante de inchaço temporário.
Quando utilizado, normalmente o cateter é temporário e deve ser retirado no período determinado pelo urologista.
Leia também as orientações sobre o cateter duplo J da UROS .
Sim. Uma sonda vesical pode ser utilizada temporariamente depois da cirurgia.
O procedimento é realizado em ambiente hospitalar.
O período depende de:
Nenhum medicamento deve ser interrompido por conta própria.
Consulte também as orientações pré-operatórias da UROS .
Atenção especial para anticoagulantes e medicamentos que interfiram na coagulação.
Vitaminas, suplementos e medicamentos de uso contínuo também devem ser informados.
A recuperação varia de acordo com a extensão da reconstrução, a técnica utilizada e as condições clínicas do paciente.
Podem ocorrer desconforto abdominal, dor nas incisões, cansaço e sangue na urina.
Pode haver desconforto relacionado ao cateter duplo J ou à sonda urinária.
Consultas de retorno e exames são importantes para acompanhar a nova conexão.
Durante a recuperação, o paciente deve utilizar os medicamentos prescritos, manter os cuidados com as incisões, evitar esforços e seguir as orientações sobre sonda e cateter.
O retorno depende da atividade profissional e da evolução pós-operatória.
Trabalhos sentados ou sem esforço físico podem receber orientações diferentes de atividades que envolvam:
As atividades físicas devem ser retomadas gradualmente e somente depois de autorização médica.
O acompanhamento pode envolver:
O objetivo é verificar se a urina está drenando adequadamente e se a condição que motivou a cirurgia foi corrigida.
Quando a dilatação é causada por obstrução do ureter, ela pode diminuir após o restabelecimento da drenagem.
Entretanto, a aparência do rim pode demorar a mudar e algumas dilatações podem permanecer mesmo quando a passagem da urina está adequada.
O resultado também considera:
Como qualquer cirurgia, o reimplante ureteral pode apresentar riscos.
É possível ocorrer formação de cicatriz ou estreitamento na região reconstruída.
Por isso, o acompanhamento após a cirurgia é importante.
Caso exista suspeita de nova obstrução, exames de imagem e avaliação da função renal podem ser necessários.
As orientações fornecidas na alta devem sempre prevalecer.
Em determinados casos de refluxo vesicoureteral, o tratamento pode ser realizado por abordagem endoscópica.
O reimplante ureteral realiza uma reconstrução cirúrgica da conexão entre o ureter e a bexiga.
A escolha depende de:
As duas técnicas são utilizadas para reconstrução do ureter, mas têm aplicações diferentes.
Na ureteroplastia, busca-se reconstruir ou substituir uma região comprometida do próprio ureter.
No reimplante ureteral, o ureter é conectado novamente à bexiga.
A UROS — Urologistas Associados está localizada no bairro Tirol, em Natal, e oferece atendimento para investigação e acompanhamento de alterações do ureter e do trato urinário.
A indicação depende das características de cada caso.
Saiba mais sobre dilatação renal, obstrução e formas de investigação.
Ler conteúdoConheça a cirurgia utilizada para reconstruir a junção entre o rim e o ureter.
Conhecer procedimentoConfira as orientações disponibilizadas pela UROS para pacientes que utilizam o cateter.
Ver orientaçõesÉ uma cirurgia reconstrutiva na qual o ureter é conectado novamente à bexiga para restabelecer o fluxo adequado da urina.
É o nome técnico da criação de uma nova conexão entre o ureter e a bexiga.
Pode ser utilizado para tratar determinados casos de refluxo vesicoureteral, estreitamentos, obstruções, lesões e outras alterações do ureter.
Não. A cirurgia pode ser realizada em crianças e adultos, dependendo da condição que precisa ser corrigida.
Pode ser uma das opções cirúrgicas para determinados casos de refluxo vesicoureteral.
Existem técnicas abertas, laparoscópicas e robóticas de reimplante ureterovesical. A indicação depende da anatomia, da causa e da avaliação da equipe.
Pode ser necessário utilizar o cateter temporariamente para favorecer a drenagem e a cicatrização. Nem todos os pacientes precisam.
Quando utilizado, normalmente é temporário e deve ser retirado conforme orientação do urologista.
O reimplante é uma cirurgia hospitalar e normalmente exige um período de internação, cuja duração varia conforme a técnica e a evolução.
Existe possibilidade de formação de um novo estreitamento. Por isso, exames e acompanhamento são importantes.
Existe possibilidade de persistência ou recorrência. O resultado é acompanhado com avaliação clínica e exames quando necessários.
O valor depende da avaliação médica, técnica, honorários, estrutura hospitalar, anestesia e cobertura do plano de saúde. Entre em contato com a UROS para informações sobre atendimento.
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